Poetiza da noite


05/08/2007


"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você"

Eu procuro nos mais altos montes que existem e nada encontro se não o vento.
O amor que me falta nas horas mais díficies, nas horas em que acho que não vou ser capaz.
Todo aquele carinho que um dia eu disperdicei, não quis e me poupei...
Eu já tentei, confeso, tentei não querer, mas é maior que eu.
Maior que eu é esse desejo.

"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você"

Só enquanto eu respirar vou estar ao teu lado, mesmo ausênte em todos os momentos.
Eu vou lembrar de tudo, todos, de mim...
Eu fiz assim, quis assim.. e me esqueci de mim.
Não tentei nem me esquecer, pois sei...
Sei que é só enquanto eu repirar... só.

"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você"

Escrito por De_Freitas às 16h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

25/07/2007


Às vezes em um unico e claro momento nos esquecemos do que realmente somos.
Nos esquecemos de nossas raizes e entramos em um mundo que desejamos, mas que até em tão não era nosso...
Às vezes sentimos a saudade bater e olhamos a nossa volta a procura de quem nos faz falta, de quem nos ama, de quem nós deseja.
Consequentemente nos sentimos péssimos, sozinhos e esquecidos....

Às vezes nos esquecemos de dar "Bom Dia" e achamos que a naturalidade desses acontecimentos não muda nada;
Pois é justamente nesse momento que sentem nossa falta, a gente passa a ser saudade...
Às vezes deixamos de ser o momento para alguém, eles se esquecem da gente;
Nesse momento lembramos das raizes, das nossas raizes, daquele mundo, do nosso mundo...

Aquele mundo que eu desejei, procurei...e me perdi.

Escrito por De_Freitas às 18h05
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

24/07/2007


*Não adianta,
não adianta nada ver a banda,
tocando “a banda” em frente da varanda,
não adianta o mar,
e nem a sua dor.

não adianta,
não adianta o bonde, a esperança,
e nem voltar um dia a ser criança,
o sonho acabou,
e o que adiantou?

não tenho pressa,
mas tenho um preço,
e todos tem um preço,
e tenho um canto,
um velho endereço,
o resto é com vocês,
o resto não tem vez.

o que importa,
é que já não me importa, o que importa,
é que ninguém bateu em minha porta,
é que ninguém morreu,
ninguém morreu por mim.

não quero nada,
não deixo nada, que não tenho nada,
só tenho o que me falta e o que me basta,
no mais é ficar só,
eu quero ficar só.

não adianta,
não adianta, que não adianta,
não é preciso, que não é preciso,
então pra que chorar?
então pra que chorar?
quem está no fogo, está pra se queimar,
então pra que chorar?*

(Sergio Sampaio)

Escrito por De_Freitas às 16h30
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Palavras
Roberto Carlos

Não, tente me enganar
Vejo em seu olhar
Que já não existe
Aquele mesmo amor
Que nunca esperou
Acabar tão triste.

Não tente me dizer
Palavras que eu
Já não acredito
Eu posso compreender
O que restou de um amor
Que foi tão bonito.

Eu fiz daquele amor
O meu sonho maior
Minha razão de tudo
Foi pouco o que restou
De tanto que existiu
Recordações e nada mais.
O que restou, recordações
E nada mais

Não, não vá me dizer
Palavras que venham
Me fazer chorar depois
Eu sei que vou viver
Por muito tempo ainda
Das lembranças de nós dois.

Escrito por De_Freitas às 16h25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

 

Não Tenho Tempo

zeca baleiro

eu não tenho tempo
eu não sei voar
dias passam como nuvens
em brancas nuvens
eu não vou passar
eu não tenho medo
eu não tenho tempo
eu não sei voar

eu tenho um sapato
eu tenho um sapato branco
eu tenho um cavalo
eu tenho um cavalo branco
e um riso e um riso amarelo
eu não tenho medo
eu não tenho tempo
de me ouvir cantar
eu não tenho medo
eu não tenho tempo
de me ver chorar
eu não tenho medo
eu não tenho tempo
eu não sei voar

Escrito por De_Freitas às 16h22
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

 

Das Dores de Oratório

João Bosco

 "Porque o amor é como fogo,
Se rompe a chama
Não há mais remédio"
Foi por amar que ela iô iô iô
Se amasiou com a tal solidão do lugar.
Foi por amar que ela iô iô iô
Só pecou nas noites de sonho ao gozar.
Foi por amar que ela iô iô iô
Só ficou só
Ele a deixou
Só ficará... hum! Foi por amar!
Foi no altar que ela iô iô iô
Noiva que um andor podia carregar.
Foi no altar que ela iô iô iô
Dor que a própria dor de Das Dores será.
Foi no altar que ela iô iô iô
Não virá?
Não.
Ele virá...
Não, não virá... hum! Foi no altar
Era um lugar era iô iô iô
Salvador Maria de Antonio e Pilar.
Era um lugar era iô iô iô
Seixo que gastou de tanto esperar.
Louca a gritar
Ela iô iô iô
Esquecer, quem há de esquecer
O sol dessa tarde... hum! Sol a gritar.

Escrito por De_Freitas às 16h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

02/07/2007


Estou inconformada... Paralisada pelo ódio constante no dia de hoje. Inspirada pela revolta de não ter conseguido... Destruída pela insegurança que me rodeia. Acabei-me por medo de não consegui; Não consegui por tanto querer... Esperei de mim mesma o que estava obvio e mesmo assim eu errei... Declarei meus sonhos e revisei meus planos, mas não, não era exatamente o que eu queria, não era o que eu precisava; mesmo assim não me poupei. Não me poupei desse sentimento por medo de fracassar novamente; Por medo de não ser o que eu quero... Ou de sonhar demais. Ter sonhos mal resolvidos ou desejos não realizados. O gosto do descaso na alma cálida e sem consolo. O medo do cansaço num espaço indesejado e oco. Eu não quero ser o que não consigo... Eu não quero ter o impossível... Eu quero o desejo, o “acaso”, o porque... Mas... Pra quê?

Escrito por De_Freitas às 17h00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

As coisas que resultam em desespero já provei com medo... Com medo de perder, de errar, de me desesperar. Com o medo da insônia, das verdades, dos resultados. Aquele medo de tentar de novo, de erra mais uma vez, de sumir e me esquecer. O medo da alma, dos sonhos errados, das virtudes perdidas. Eu tentei não me importar, não me arriscar, não me encher. Mas era impossível, era invisível, dolorido, decadente. Eu fui tomada pelo desgosto, pelo gosto do desespero... Eu quis tanto aquilo, que me deixei consumir. Eu me consumi... Fui consumida... Fiquei arrependida. Sonhei, me desgastei, me enrolei... Chorei, parei e pensei... Cansei; Desisti, voltei atrás, tentei novamente... Porém tudo era mais forte... Aí eu desabei! Quanto vi aquilo sai de mim... Corri, me escondi, me torturei... Eu sabia o que estava acontecendo, mas não queria ver o que eu havia feito. Tudo aquilo era desespero, desejo, medo, pesadelo. Tudo aquilo era verdade, pura vaidade, puro desgosto. Eu quis consumi o desejo, sustentei o acaso e não quis saber da realidade; Mas pra que? Se na realidade tudo o que eu buscava era a verdade, a minha verdade. Que desaparecera na imensidão da vaidade que aparecera com a incerteza de querer... Mas querer o que? Se a única coisa que eu realmente sei é que um dia vai acabar e eu não vou saber se valeu a pena. Pra que valer a pena? Pra que saber? Pra que fazer? Mas... Pra que desistir agora?

Escrito por De_Freitas às 16h54
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

11/06/2007


É deserto...
É vasto, intenso, denso e vazio.
Derepente o espaço ficou pequeno;
Objetos desaparecendo;
Sonhos desfanzendo-se.
E os meus olhos despejando sangue;
que de tão vermelho manchou meus lábios..
escondeu meu sorriso....
E o deserto?!?
Ficou estranho, esquisofrenico.
E eu já não posso mais pensar;
pois tenho que responder porque me encho de pensamento.
Aquele sangue sujou minha rosa;
A unica rosa que brotara no deserto.
No meu deserto.
Aquele deserto;
que de tão fazio foi esquecido.

Escrito por De_Freitas às 14h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Me perdi naquele dia;
que de tão intenso se esqueceu.
Me esqueci em pensamentos;
tantos pensamentos, que os próprios
fizeram questão de me lembrar de mim.
E nessa bagunça meu sangue erro de veia;
traduziu meus sonhos naquelas lagrimas
que tatuaram em mim toda aquela dor;
que subia na garganta e escapava pelas falas.
Acabou aquele dia.
E os meus olhos se fecharam;
os meus labios se trancaram;
e meus sonhos se perderam.
A dor ainda circula dentro em mim.
De minha pele cálida sai o sustendo
de todos os momentos ruins.
Nos meus sonhos eu procuro
onde estive naquele dia que pude ser feliz.

Escrito por De_Freitas às 14h37
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

19/04/2007


Acredito numa vida sem limites..
Acredito que nossos limites não limitam ninguém e que um segundo pode trazer-me a eternidade de um sorriso.
Acredito no sonho que tive, na realidade que vivo e nos pensamentos pelos qual viajo.
Acredito no oculto, na felicidade no instante;
acredito no nada... em mim... em tudo...;
acredito na estrada, no caminho, na trilha;
acredito no destino, no desvio, na morte...
Acredito na minha ilusão, na minha LOUCURA, na satisfação...
Acredito nas pessoas, na amizades, nas verdades... acredito que acreditar as vezes possa nos trazer coragem e acima de tudo FELICIDADESS.....
 

LOUCA........LOUCA..........LOUCA..


LOUCURA É UM INSTATANTE ONDE ETERNIDADE SE COMPROVA!!!!!

Escrito por De_Freitas às 16h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

11/04/2007


Nos meus olhos a realidade que venho sentindo

Nos meus sonhos o desespero dos desejos

No peito um vazio enorme, que de tão grande fere a alma.

Nas palavras a umidade de minhas lagrimas

O desespero já não é único

Nem a lucidez esta concreta

Tudo esta sumindo na claridade

E eu nada mais vejo além de todos os meus desejos.

Dos últimos dias, até o amanhã...

Sentindo a tortura do orgulho ferido só pelo querer

Sentindo a saudade do olhar, do abraço... de amar...

Sentindo tudo em meio nada...

Sorrindo para o mundo... sofrendo calada...

Caminhando sozinha, mesmo acompanhada.

Escrito por De_Freitas às 13h45
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

30/03/2007


Do seu silencio eu me completo;

de ilusões eu me renovo e nunca, nunca desisti.

Meu desejo é sua invenção;

Meu sonho é tua realidade;

eu sou você

E você é verdade.

Dos olhos as tristeza;

da realidade a desgraça.

Do amor a fortaleza;

das amizades a muralha.

Nem a dor da ferida ausênte,

nem a lagrima que já secara,

Vai se tão forte e relusente

quanto meu sangue pela tua casa.

Escrito por De_Freitas às 16h22
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

23/03/2007


O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato
O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço
O amor comeu meus cartões de visita, o amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome
O amor comeu minhas roupas, meus lenços e minhas camisas,
O amor comeu metros e metros de gravatas
O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus
O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos
O amor comeu minha paz e minha guerra, meu dia e minha noite, meu inverno e meu verão
Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte

(João Cabral de Melo Neto)

Escrito por De_Freitas às 14h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Um dia eu olhei em meus proprios olhos e sentir uma alegria que realmente existia;

No outro minha ambição pela liberdade foi tanta que eu tropecei em minhas proprias pernas e cai como algo que há tempos vem balançando e hora ou outra desaba.

Eu revisei meus planos, contornei meus erros e me aliviei, mas agora, agora eu não consigo nem pensar, não sei filosofar, nem mesmo o que são palavras eu consigo me lembrar.

No meu peito grita uma voz que não cessa em momento algum em mostrar a todos que não estou feliz, que não estou realmente sorrindo e que o brilho dos meus olhos na realidade são gotas de sangue que vem fluindo frequentemente.

Quero gritar para todos o motivo de tanta tristeza, mas é justamente por estar sempre gritanto que estou doendo; essa dor que nem uma ferida da carne é capaz de doe mais.

Essa dor que até mesmo em silencio eu grito, ou que me escapa por entre as falas do cotidiano...

Tudo o que flui dos meus labio são ameaças a mim mesma, eu quero uma segurança que não faz parte de mim, tenho um mundo que não faz parte de ninguém.

Eu quero tantas coisas e sobrevivo a tanto desespero, forte e invencivel e agora de uma hora para outra sou o ser mais frágil que existe na fase da Terra e que com o tempo esta se acabando com a incerteza de estar certa.

Eu quero ser tudo e ao mesmo tempo nada, eu quero viver tudo o que me é permitido e viajar a todos os lugares que me cabem, mas não sair de perto de quem me entende.

Quero ser, viver, amar e ouvir... Mas não consigo. Acredito não ter mais brilho.

    

 

Escrito por De_Freitas às 14h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Perfil



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, PIRACICABA, SANTA TEREZINHA, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, Música, Livros, internet
MSN -

Histórico